Relatório de Sustentabilidade 2011

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Comercialização

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Light Esco [EC2]

A Light Esco – sigla para “Energy Services Company”, em português “Companhia de Serviço de Energia” – é o braço da Light S.A., responsável por oferecer alternativas para a aquisição e otimização do uso da energia. Presente em todo território nacional, sua atividade está subdividida em dois segmentos: o de comercialização de energia e o de serviços de energia e infraestrutura. A empresa busca conciliar o binômio consumo/preço com as soluções que desenvolve e tem como objetivo disseminar uma cultura responsável do consumo de energia.

 

Light Com: comercialização de energia focada em São Paulo

Em 2009, o Grupo Light criou uma nova comercializadora, que trabalha em consonância com a Light Esco. Sediada em São Paulo, a LightCom proporciona ao grupo uma maior proximidade com os clientes da região.

A Light Esco e a LightCom têm como diferencial no mercado a comercialização de energia gerada pelas próprias usinas do braço de geração do grupo, a Light Energia.

 

Comercialização

A área de comercialização atua na compra e venda direta de energia – provenientes de fontes incentivadas ou convencionais-, na intermediação de negociações e na representação e consultoria dos chamados Consumidores Livres, clientes de grande porte que procuram o Mercado Livre para abastecer seus negócios.

As comercializadoras obtiveram resultados recordes durante o ano de 2011. Na área de comercialização de energia, as empresas venderam o equivalente a 1620 GWh, representando um crescimento de 35% em relação ao ano anterior. O contexto de crise econômica mundial e a consequente queda da demanda de energia de grandes clientes não impediram a empresa de superar expectativas e atingir a receita de aproximadamente R$ 190 milhões somente com a venda de energia.

 

Consumo consciente [EN5]

Para a área de Serviços de Energia e Infraestrutura, a energia é um subproduto. O objetivo do segmento é oferecer soluções energéticas que sejam aprazíveis para o cliente, tornando o consumo mais sustentável. A atuação da Light Esco e da LightCom neste setor compreende desde projetos estruturais à venda de utilidades e serviços de eficiência energética.

Ao contratar a Light Esco ou a LightCom, o cliente compra também a ideologia do consumo consciente, segundo a qual a energia deve ser utilizada com inteligência, evitando danos desnecessários à natureza e perda financeira para o contratante. Nos projetos de eficiência energética da Light, os clientes têm como opção aderir à modalidade de contratos de performance, segundo a qual a remuneração da comercializadora é compreendida dentro da economia gerada pelo projeto. Em outras palavras, o cliente não precisa fazer nenhum investimento para trocar seus atuais equipamentos por outros mais econômicos, já que a própria economia gerada pela redução do consumo de energia quitará a substituição dos equipamentos. Após o término do contrato, tanto os ativos envolvidos quanto os benefícios gerados pelo processo são revertidos em ganhos integrais para o cliente.

Os projetos estruturais realizados consistem em criar a infraestrutura necessária para o abastecimento de energia dos clientes, podendo englobar ramal e subestação de alta ou média tensão, projeto de cogeração de energia e a gestão completa das utilidades.

 

Pioneirismo em District Cooling

A Light Esco desenvolveu, implementou e opera um District Cooling – Rede Distrital de Refrigeração - no condomínio empresarial Rio Office Park, na Barra da Tijuca. Pioneira na América Latina e maior rede distrital de distribuição de frio do Brasil, é responsável pelo suprimento das necessidades de refrigeração de clientes como: Gaia,  Confederação Brasileira de Futebol – CBF, Odebrecht e outros.

Um District Cooling é um serviço de distribuição de energia térmica produzida a partir de uma central de “alta performance” e distribuída por redes de água gelada.

A água gelada é distribuída no local indicado pelo cliente por meio de tubulações instaladas em galerias ou mesmo diretamente enterradas no solo.

Um dos maiores benefícios desse tipo de projeto é que o cliente não precisa fazer o investimento para ter sua própria central de refrigeração, bem como está isento da operação e manutenção do sistema. A Light Esco é responsável pelo investimento, implantação e funcionamento. O cliente paga pelo serviço de refrigeração conforme o uso, ou seja, paga exatamente o que consome.

Uma central de refrigeração pode atender consumidores que possuem diferentes curvas de consumo. Como a geração do frio é centralizada, há uma complementaridade dessas curvas e uma modulação muito mais eficiente, proporcionando menores custos com energia e redução de emissão de CO2.

Além disso, o District Cooling utiliza diferentes técnicas de armazenagem de energia para serem utilizadas em horários de ponta, como, por exemplo, tanques de água gelada, que ajudam a reduzir o consumo anual de energia em até 55%.

 

Rio de Janeiro Refrescos

Em 2011, a Light Esco firmou contrato para investir R$ 60 milhões na implantação de uma Central de Cogeração na fábrica da Rio de Janeiro Refrescos, um dos maiores fabricantes brasileiros de Coca-Cola. A central será de responsabilidade da Light Esco, que fará todo o investimento, operação e manutenção durante 15 anos. As utilidades industriais geradas pela central de cogeração serão energia elétrica, vapor, água gelada e gases, que servirão de matéria-prima para a produção de refrigerantes.

A nova Central será implantada em uma área total de 2.200 m² e terá uma capacidade instalada significativamente maior. A capacidade máxima instalada de energia elétrica será aumentada em 10%. As demais utilidades geradas pelo projeto (energia térmica e gases industriais) atenderão integralmente à demanda atual, bem como a futuras expansões.

A nova Central de Cogeração terá capacidade suficiente para atender toda a carga de energia elétrica da RJR e futuras expansões. O vapor é usado em diversas etapas do processo de fabricação como fonte de calor. A água gelada é usada como apoio ao sistema de refrigeração e para climatização ambiental.

A aplicação nesse tipo de cogeração é considerada uma aplicação nobre para o gás natural, uma vez que o aproveitamento simultâneo de energia elétrica e energia térmica resulta em uma alta eficiência (da ordem de 80%).

As obras serão iniciadas ainda no primeiro semestre de 2012 e se estenderão até o final de 2013. Um projeto sem precedentes como este será um grande desafio de engenharia, principalmente por ser implementado com a fábrica em plena operação.

 

Maracanã Solar

Palco principal do futebol brasileiro e um dos estádios sede da Copa do Mundo de 2014, o Maracanã também será sustentável. A Light Esco e a EDF (Eletricité de France) firmaram uma parceria com o governo do Estado do Rio para implantação do projeto Maracanã Solar, que busca gerar energia fotovoltaica a partir da transformação de energia solar em eletricidade.

O projeto consiste na instalação de placas fotovoltaicas em uma área de 2,5 mil m² sobre o anel de compressão, que suportará sua nova cobertura feita de lona tensionada.  O Maracanã terá então capacidade para gerar 528 MWh por ano – cerca de 20% do que ele consome, o equivalente ao consumo anual de 240 residências. O projeto ainda evitará o despejo de 2,5 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera.

A energia limpa começa a ser gerada no início de 2013 e poderá ser comercializada no mercado livre para amortização do investimento. Após o período de amortização, a usina será transferida para o Estado do Rio, que poderá consumir a energia gerada no próprio Maracanã ou em outra instalação do Estado.

Os painéis também podem ser colocados em outras instalações do complexo, como o Maracanãzinho, o Parque Aquático Júlio de Lamare e Estádio de Atletismo Célio de Barro; e do entorno, como a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

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